Clarice, João e Maria na Casinha de Doces
Por Família Clarice

Clarice, João e Maria caminhavam pela floresta. O caminho era muito longo. Eles estavam com fome.
João jogava pedrinhas no chão. — Olhem! — disse João. As pedrinhas brilhavam no sol. Elas mostravam o caminho de volta.
Depois, João jogou migalhas de pão. Mas os passarinhos comeram tudo. Clarice olhou para os lados. — Onde está o caminho? — ela perguntou. Eles estavam perdidos.
Eles andaram muito. De repente, viram uma casa linda. A parede era de bolo. A janela era de açúcar. — Que delícia! — disse Maria.
Clarice tocou na parede macia. Ela pegou um pedaço de chocolate. João e Maria comeram muito doce. Nham, nham!
Uma senhora apareceu na porta. — Entrem, crianças! — disse ela. Mas ela era uma bruxa malvada. Ela trancou João em uma gaiola.
A bruxa queria comer o João. — Acenda o fogo! — gritou a bruxa para Maria. A bruxa era muito brava.
Maria foi esperta. — Eu não sei abrir o forno — disse Maria. A bruxa ficou irritada. — Saia da frente! — disse a bruxa.
A bruxa se abaixou para ver o fogo. Maria deu um empurrão rápido. A bruxa caiu dentro do forno!
Clarice correu e abriu a gaiola. — Viva! — gritou João. Eles estavam livres e muito felizes.
Eles pegaram joias e ouro na casa. Eles voltaram para casa com alegria. Clarice sorriu com seus olhinhos castanhos.
Agora todos estavam seguros e juntos novamente.
✦ Fim ✦
Guia de leitura para a família
Como aproveitar “Clarice, João e Maria na Casinha de Doces” com a sua criança
Faixa etária
Indicada para crianças de 3 a 8 anos. Os menores aproveitam ouvindo a leitura em voz alta; a partir dos 6, a criança pode ler trechos sozinha com a ajuda de um adulto.
Tema trabalhado
Esta história conversa sobre amizade e empatia, um tema importante no desenvolvimento socioemocional da infância.
Por que essa história faz bem
Narrativas sobre amizade mostram, de forma concreta, como é cuidar do outro, dividir, esperar a vez e pedir desculpas. Ao acompanhar o personagem fazendo um amigo ou ajudando alguém, a criança treina a empatia: imaginar como o outro se sente é uma habilidade que se constrói justamente com histórias.
Dicas para ler junto
- Escolha um momento calmo, como antes de dormir, e leia sem pressa, mudando a voz dos personagens.
- Faça pausas para a criança imaginar o que vem a seguir; isso estimula a atenção e a compreensão.
- Aponte detalhes das ilustrações e pergunte o que ela está vendo.
- Releia sempre que ela pedir: a repetição dá segurança e amplia o vocabulário.
3 perguntas para conversar depois da leitura
- Como você acha que o amigo da história se sentiu? O que mostrou isso?
- Qual foi a atitude mais gentil da história?
- O que você faz quando um amigo seu está triste?
Atividade para fazer em família
Escolham juntos uma gentileza para fazer amanhã por alguém da família ou da escola e conversem à noite sobre como foi.
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